segunda-feira, 8 de outubro de 2007

MEU CANTO À CHUVA















Chamei pela chuva suave,
gritei pelo sol brando
posto ainda tão longe
que arremessassem da terra
o vigor da vida.
Murmurei a calmaria
dos mares
e vi tuas luzes se levantarem,
como impulsos dos braços,
feito pássaros que voam
sem destino!
A memória de tudo
que passeia no tempo,
onde tudo se refaz
se recompondo os pedaços!

E tudo isso parecia uma árvore, um arbusto
mesmo quando plantados
a força entre as grandes
do tempo.

Antonieta de Sant´Ana

2 comentários:

CENTRO VIVO DA MEMÓRIA CONTEMPORANEA-CVMC disse...

Eu achei muito bela poesia esta.

CENTRO VIVO DA MEMÓRIA CONTEMPORANEA-CVMC disse...

amei viu sua poesia e não me canso de falar disso vc merece